Experiências do Ensino de Filosofia
imaginários da sala de aula
Palavras-chave:
Ensino de Filosofia, Currículos, Filosofia feminista, Teoria decolonialResumo
O texto em tela tem como implicações iniciais a compreensão de que a história da filosofia ocidental é um campo de conhecimento em disputa, mas ainda arraigado em premissas de silenciamentos e exclusões. Os espaços de formação inicial e pós-graduação desta área ainda são constituídos por uma discrepante diferença da presença de homens e mulheres e de toda a diversidade que compõem os gêneros, raças, territórios e experiências outras que não a do homem branco, cisgênero, do norte global. Essas exclusões/ausências estão implicadas diretamente na concepção de história da filosofia evocada no singular, no masculino e situada desde pressupostos eurocêntricos e ocidentais que constituem ainda parte significativa dos currículos de formação acadêmica e escolar. Com argumentos e análises dialogadas desde referências do Sul Global busco pavimentar, pelas frestas e ranhuras provocadas pela crítica descolonizadora, reflexões acerca da possibilidade de ensinar-aprender filosofias afirmadas no plural, diversas, encorpadas, produzidas por mulheres, igualmente diversas.Downloads
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